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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Descarte de lâmpadas

Reciclagem e descarte de lâmpadas, aprenda como agir corretamente:

Descarte de Lâmpadas As lâmpadas possuem compostos recicláveis e compostos tóxicos, por isso precisam ser descartadas corretamente. Se jogadas diretamente no lixo comum, as lâmpadas podem contaminar a água e o solo e ocasionar doenças em seres humanos e animais.
As lâmpadas fluorescentes são feitas de vidro e metal, mas contêm também fósforo e mercúrio. Quando descartado incorretamente, o fósforo, por exemplo, é cancerígeno e provoca lesões nos rins e no fígado. O mercúrio, quando inalado, pode ocasionar dor de cabeça e febre. Por isso, é essencial fazer o descarte de lâmpadas de maneira correta.
As lâmpadas incandescentes também podem ser recicladas, porque possuem vidro e componentes metálicos. Tanto as incandescentes quanto as fluorescentes devem ser descartadas corretamente para serem recicladas e seus compostos tóxicos serem eliminados ou reaproveitados com segurança.
Para o descarte de lâmpadas correto, o recomendado é guardá-las em local seco, de preferência em suas embalagens originais, e levá-las a um posto de coleta credenciado em seu município. Os postos mais comuns são lojas de materiais elétricos, equipamentos eletrônicos e empresas recicladoras. Muitas vezes, o local que recicla lâmpada cobra uma taxa para recolhê-la, e o custo médio é de R$ 1 por unidade.
Dica: Use lâmpadas fluorescentes, elas economizam energia e duram mais tempo do que as lâmpadas incandescentes.

Fonte: http://reciclagemnobrasil.com.br/descarte-de-lampadas

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Carnaval Sustentável - VAGALUME o VERDE!

 
Este ano propusemos uma ação inovadora para o nosso folião. A ideia desde o início era compartilhar responsabilidade, realizar juntos! Espalhamos coletores de "lixo" em todos os postes da Rua Jardim Botânico. Incentivando o folião a fazer o descarte correto do resíduo, colaborando com o todo, o ambiente, os amigos da cooperativa de catadores, COMLURB, e principalmente com o nosso Carnaval, a nossa Cidade, e nós mesmos.
Para realizar tudo isso fomos em busca de uma parceria que deu Samba.
A Empresa Social TemQuemQueira que promove uma chance a quem precisa, capacitando e gerando renda a partir da produção de peças com design arrojado, feitas do reaproveitamento de lonas vinílicas de publicidade e ações promocionais, abraçou a nossa ideia e produziu todos os coletores.
O resultado foi esse...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Reciclagem de resíduos sólidos cresce mas ainda á desafio.

por Deniele Simões

A produção de lixo no Brasil atinge a marca de 193.642 toneladas diárias. Quase 90% são coletados de alguma maneira e a recuperação de materiais recicláveis já abrange fatia considerável desse montante.
A informação consta do Cempre Review 2013, uma publicação que analisa e atualiza o panorama da reciclagem de embalagens pós-consumo no país.
O relatório aponta que 27% dos resíduos recicláveis foram recuperados e voltaram para a cadeia produtiva em forma de matéria-prima, em 2012. O documento tipifica a coleta seletiva como pilar do mercado de reciclagem brasileiro, tendo como principais produtos o alumínio e as garrafas pet.
Um estudo divulgado pela LCA Consultoria prevê um aumento considerável do mercado brasileiro de reciclagem a partir da Copa de 2014, com benefício econômico de R$ 1,1 milhão por dia. Porém, isso só deve acontecer se 90% da população das cidades-sede da Copa passarem a contar com coleta seletiva.
De acordo com o Cempre, o gerenciamento de resíduos e a reciclagem empregam mais de 800 mil pessoas no Brasil, que separam 2.329 toneladas de resíduos recicláveis todos os dias.
A maior parte desses trabalhadores atua como catador individual, mas a criação de cooperativas tem mudado o panorama. Hoje já são 30.390 trabalhadores organizados em 1.175 cooperativas de trabalho.
Ainda com base nos dados da LCA, dos R$ 712 milhões gerados com a coleta e venda de materiais recicláveis no período avaliado. As cooperativas de catadores absorvem 7,8% desses valores.
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Vantagens do alumínio
Na onda do reaproveitamento, o Brasil é líder mundial na reciclagem de latas de alumínio e, de acordo com o relatório, um dos motivos é o preço atrativo da sucata, que acompanha os valores da commodity no mercado internacional.
O coordenador de reciclagem da Associação Brasileira de Alumínio (Abal), Carlos Roberto de Morais, destaca que o Brasil recicla 97,9% das latas produzidas.
Esse índice é muito maior, por exemplo, do que os de países como Estados Unidos, onde 56% das latas são recicladas. “Mas com uma diferença: no índice brasileiro nós não consideramos as latas importadas, só as brasileiras”, adverte, lembrando que a estatística norte-americana também coloca na ponta do lápis as latinhas importadas.
Os números do Brasil são próximos de países como a Argentina e Japão, onde os níveis de reciclagem ultrapassam os 90%. Já nas nações que compõem a comunidade europeia o índice não chega a ser maior do que 70%, segundo Morais.
Mas, por qual razão o alumínio ganha tanto destaque em comparação com outros produtos? De acordo com o representante da Abal, o primeiro fator é o alto índice de reciclagem. “O que está por trás disso é que, no tempo em que sustentabilidade ainda não era moda, a indústria de alumínio investiu em educação nas escolas”, salienta.
Há pouco mais de 30 anos, houve toda uma preparação, gerando uma demanda pelo serviço. Isso aconteceu porque, já naquela época, havia a percepção de que ficaria cada vez mais difícil conseguir matéria-prima para a produção e o alto preço da energia também encareceria esse processo.
“A energia usada para fazer a lata a partir de material reciclado gasta 5% da energia que gastaria com o alumínio primário”, explica. Outra vantagem oferecida pela reciclagem das latas de alumínio é a economia de espaço.
“Um ano de latinha jogado em aterro sanitário seria o correspondente a mais ou menos 200 edifícios de 10 andares com quatro apartamentos por andar”, completa. E, como no processo de reciclagem a lata é compactada, isso pode representar 16 vezes mais em volume.
Além do ganho ambiental, a reciclagem das latas agrega valor social. Segundo Morais, o processo injeta na economia algo em torno de R$ 650 milhões apenas para os catadores de latinhas.
Para Victor Bicca, da Cempre, desafio brasileiro é fazer com que prefeituras atendam exigências da PLNRS
Para Victor Bicca, da Cempre, desafio brasileiro é fazer com que prefeituras atendam exigências da PLNRS
Mercado exige crescimento para atender demanda
Para Carlos Morais, a demanda por reciclagem é muito maior do que a oferta, independentemente do produto. “Hoje, se nós tivéssemos o dobro de latas de alumínio que temos no Brasil, ainda faltaria lata para ser reciclada em função da capacidade instalada para reciclagem”, avalia. Mesmo assim, o setor de reciclagem de alumínio investiu mais de R$ 100 milhões, só no ano passado.
Desde a aprovação da lei de resíduos sólidos, em 2010, muito se avançou no panorama da reciclagem. Estudos do Cempre apontam que, em 2012, coleta, triagem e processamento de materiais em indústrias recicladoras geraram faturamento de R$ 10 bilhões no país.
Espera-se uma grande expansão no ritmo do crescimento do setor, porém, é necessário que muito seja feito para que se atinja tal objetivo. “Já temos uma reciclagem de fração seca elevada, fruto sobretudo do trabalho dos catadores”, destaca o presidente do Cempre, Victor Bicca.
O executivo avalia, porém, que as prefeituras precisam, agora, acelerar o passo para responder às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PLNRS) como o fechamento dos lixões até 2014 e a inclusão dos catadores em seus modelos de coleta seletiva.
Segundo levantamento do Cempre, apenas 14% dos municípios brasileiros oferecem coleta seletiva e a maior parte dos que mantêm o serviço estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste.
Informações divulgadas pela Agência Brasil, com base em dados do Ministério do Meio Ambiente, apontam que o Brasil ainda mantém 2.906 lixões em atividade. Além disso, das 189 mil toneladas de resíduos sólidos produzidas por dia apenas 1,4% é reciclado. A reversão desse quadro é o grande desafio do país até o ano que vem.

Fonte: http://jornal.editorasantuario.com.br

sábado, 12 de outubro de 2013

VI Desenrolando a Serpentina discute o Carnaval de Rua Carioca

(Por Paulo Eduardo Neves)

Neste sábado, 12, das 14h às 18h, acontece no Espaço Tom Jobim do Jardim Botânico, a sexta edição do evento "Desenrolando a Serpentina" que terá como temas: a profissionalização do Carnaval de Rua Carioca, a economia criativa e a ocupação de novos territórios pelos blocos. O evento terá intensa programação cultural, que detalharei em outra notícia.

O evento é organizado pela Sebastiana, a Associação Independente de Blocos de Carnaval de Rua, que tanto tem contribuído pelo crescimento da folia carioca, sempre preocupados em manter seu espírito democrático.
Em uma série de painéis, representantes dos blocos,do poder público, de empresas e da sociedade civil discutem os temas mais atuais relacionados à grande festa popular, os impactos na cidade e os desdobramentos ao longo do ano. Serão conduzidos por Beatriz Jaguaribe, Jailson Souza e Silva,Eliane Costa, Cláudia Leitão, Flávia Oliveira, Antonio Pedro Figueira de Melloe Sérgio Sá Leitão. 

A participação é gratuita e aberta ao público, que pode se inscrever para as mesas de debates pelo emaildesenrolando2013@sebastiana.org.br. No mesmo dia, será lançada a "Carnavália –I Feira de Negócios e Empreendedorismo do Carnaval", a ser realizada pela primeira vez em 2014.

PAINÉIS DE DEBATES

14h às 16h - "Cidade de prazeres e convívios: ocupando a rua" 
Bate-papo sobre o Carnaval de rua,sua relação com a cidade e as redes de encontros que se dão por meio dos blocos,nos diferentes territórios. A ocupação política da rua: relações entre o Carnaval, as Diretas já e as manifestações de 2013.
- Beatriz Jaguaribe – professora da Escola de Comunicação da ECO/UFRJ.
- Eliane Costa – diretora do Bloco Escravos da Mauá e coordenadora do MBA em Gestão Cultural da FGV.
- Jailson de Souza e Silva –professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e fundador e diretor do Observatório de Favelas.
- Jorge Sápia – vice-presidente da Sebastiana.

16h às 18h - A profissionalização e o marketing no Carnaval de rua: Quem faz? Quem ganha?
Debate sobre a economia criativa do Carnaval de rua e sobre as novas formas de patrocínio e de marketing que vêm surgindo nos blocos do Rio. O crescimento do Carnaval de rua e as formas de contenção – elas devem existir?

- Antonio Pedro Figueira de Mello – secretário municipal de Turismo do Rio de Janeiro.
- Cláudia Leitão – professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará, pesquisadora do CNPq, ex-secretária de Cultura do Ceará, ex-secretária da Economia Criativa do MinC.
- Flávia Oliveira – jornalista, titular da coluna Negócios&Cia do Jornal O Globo.
- Sérgio Sá Leitão – secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
- Rita Fernandes – presidente da Sebastiana.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Especialista diz que reciclagem no Brasil alcança menos de 2% de todo o potencial

da Agência Brasil

O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do lixo total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem  é muito baixa no Brasil, segundo avalia o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), Antonio Simões Garcia. Ele informou que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.

À Agência Brasil, Garcia disse que estão “muito próximos da realidade” os números divulgados hoje (14) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo os quais apenas 40% do lixo separado dentro de casa pelos brasileiros são coletados seletivamente ao chegarem na rua.

Alex Cardoso, da coordenação nacional do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), acrescentou que, do total de lixões ainda existentes no Brasil, 1,7 mil estão na Região Nordeste. “Chega a ter cidades com dois lixões”, informou. O MNCR avalia que há grande mobilização da sociedade em torno da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige a coleta seletiva para municípios com mais de 30 mil habitantes.

Na avaliação de Cardoso, no entanto, esse processo ainda é “tímido” no Brasil, “porque a política já tem dois anos e cerca de  40% dos municípios brasileiros ainda têm lixões e não dispõem de sistema de coleta seletiva”. O integrante do MNCR lembra que, até 2014, os lixões terão que ser desativados. Segundo ele, com a  implantação da coleta seletiva e a desativação dos lixões, haverá também a inclusão dos catadores.
 
O MNCR está preocupado com a disposição de alguns municípios de incinerar os resíduos para geração de energia. Alex Cardoso avaliou que  essa é uma atividade negativa. Além de ser uma tecnologia cara, não inclui os catadores e é prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente, na medida em que libera gases causadores do efeito estufa.

Rita Sairi Kogachi Cortez, técnica do Instituto Gea, disse à Agência Brasil que o avanço do país em coleta do lixo “é  muito pequeno em relação ao número de resíduos gerados”. Ela ponderou, contudo, que o “despertar” da população está ocorrendo, porque as pessoas se  mostram interessadas em participar cada vez mais do processo de separar o seu lixo.

Segundo ela, é necessário que se criem  mais coletas e mais cooperativas de catadores, “para que a coisa possa caminhar melhor no Brasil”. O Instituto Gea é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que tem entre as finalidades assessorar a população a implantar programas de coleta seletiva de lixo e reciclagem.

A defesa dessa estratégia é compartilhada por André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem com base no conceito de gerenciamento integrado do lixo. Disse que, nos últimos dois anos, desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, “houve um incremento significativo [das atividades de reciclagem], mas ainda muito longe do desejado”.

Vilhena comentou que, nesse período, cresceu o número de prefeituras oferecendo serviço de coleta seletiva ou ampliando o serviço onde já existia. O problema para a desativação dos lixões, segundo ele, é que a população brasileira se concentra nos grandes centros, em especial próximos ao litoral. “Se nós conseguirmos avançar nessas regiões de maior densidade populacional, com certeza nós vamos equacionar boa parte do problema”.

O diretor do Cempre disse que, para ter todo o território com a situação equacionada, existe a possibilidade de os municípios serem apoiados, por meio de financiamento do governo federal, para a formação de consórcios que vão elaborar os planos de resíduos e construir os aterros sanitários.

Segundo o diretor do Cempre, se forem formados 450 consórcios no Brasil, a questão será resolvida, “porque, em alguns estados, um aterro sanitário pode atender até 150 municípios”. Para ele, a solução é a melhor também pelo ponto de vista econômico. “Não faz sentido você ter um aterro sanitário para municípios com 10 mil ou 15 mil habitantes”.

E-mail: cepro.rj@gmail.com 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Coleta seletiva deve chegar a 104 bairros do Rio neste ano


Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A prefeitura do Rio de Janeiro apresentou hoje (5), Dia do Meio Ambiente, os novos caminhões e garis que serão usados para tentar levar a coleta seletiva na cidade a 5% do lixo aproveitável ainda neste ano. A meta é inaugurar três centrais de triagem e levar o serviço a 104 bairros em 2013.
Atualmente, 44 bairros cariocas contam parcialmente com a coleta seletiva, que atinge 1,4% do lixo reciclável. Como aAgência Brasil já havia antecipado, em 2016, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) quer aumentar esse percentual para 25%. Com os novos caminhões, de cor azul, e os garis contratados para se dedicarem exclusivamente a esse serviço, esses bairros ficarão totalmente cobertos ainda neste mês, segundo o Executivo muncipal. "A prefeitura e a Comlurb deviam isso à cidade", disse o prefeito Eduardo Paes.
Ao todo, serão 144 novos garis e 24 novos caminhões dedicados à coleta seletiva, que será ampliada de pouco de 2 mil para 9,5 mil ruas da cidade, envolvendo 2,6 milhões de habitantes, de um total de 6 milhões. Dos novos garis, 85% serão mulheres.
O prefeito do Rio destacou que é necessário o engajamento da população e disse que, em seu primeiro mandato, concentrou-se em extinguir o Lixão de Gramacho, que ficava em Duque de Caxias e recebia grande parte do lixo da cidade, que agora tem como principal destino o Aterro de Seropédica. A coleta seletiva no Rio tem financiamento de R$ 22 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciado em 2011.
"A gente perdeu muito tempo. Eu dediquei meu primeiro governo a acabar com a vergonha maior que era o Lixão de Gramacho às margens da Baía de Guanabara. Agora, depois de ter organizado o destino final do nosso lixo, [vamos] olhar para o futuro e ter coleta seletiva como uma cidade com um ativo ambiental que o Rio tem", acrescentou o prefeito. Ele disse que, por causa desse atraso, as metas precisam ser ousadas.
Cada caminhão contará com um palmtop em que serão registradas informações sobre a coleta, como a adesão dos moradores. Quem não aderir será notificado uma primeira vez, por meio de um selo que será colado ao saco de lixo, que não será recolhido. Na segunda notificação, um agente da Comlurb fará uma visita de conscientização, explicando detalhes do projeto e advertindo que, na terceira, haverá multa, cujo valor ainda está em estudo. Os palmtops estão em fase de teste e devem começar a ser usados em julho.
Um sistema informatizado vai monitorar a coleta e o processamento do lixo nas centrais de reciclagem, gerando informações como a economia de água e de energia e a redução nas emissões de gás carbônico.
Para trabalhar nas centrais de reciclagem, catadores de 28 cooperativas serão capacitados pelo Serviço Nacional de Aprendizado e Cooperativismo (Sescoop), com aulas práticas e teóricas que devem começar em julho e durar dois meses. Além de instruções como operar as máquinas da central, os alunos aprenderão noções de gestão, contabilidade e segurança no trabalho focadas em cooperativas. Até 1,5 mil catadores devem ser preparados, sendo até 500 neste ano, para atuar nas três centrais previstas para serem inauguradas até dezembro.
A primeira a entrar em funcionamento será a de Irajá, que já está pronta. Gamboa, Penha, Bangu, Campo Grande e Vargem Grande também receberão centrais de triagem, totalizando seis.
Edição: Juliana Andrade

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Do lixo para o jardim de casa


 por Cris Maia 


A função do pallet é otimizar o transporte de cargas, conseguido através da empilhadeira, mas definitivamente os feitos em madeira estão na moda na hora de decorar a casa ou o jardim. O internauta Antonio Eugênio conta pra gente que tudo que encontra nas ruas, coloca no carro para depois mexer e ver no que pode trasnformar. Ele deixou algumas dicas interessantes aqui no blog. A primeira é que um bom passeio pelas ruas do subúrbio nos dará o pallet que precisamos, mas de forma desigual. Então, ele sugere procurar um profissional para fazer o acabamento que a gente deseja. A outra opção, segundo ele, é comprar de consertadores de pallets, porque lá dá para escolher todos com o mesmo tamanhjo e textura e aí é só lixar ou pintar.
Com os pallets dá para  bolar uma série de coisas. A gente já deu algumas sugestões pra vocês, agora vai mais uma.
Neste jardim, elaborado pelos paisagistas Jussara de Siqueira, Rafael Bragion e Helena Montevecchio, os pallets foram usados para elevar a horta e dar mais conforto na hora de manipular a terra. Eles foram empilhados em vários níveis sustentando uma horta aromática, onde foram plantados em charmosos vasos alecrim, manjericão, salsa, cebolinha… A diferença de altura permite que até mesmo as crianças ajudem no plantio e manutenção dos temperos.


A horta foi montada pertinho da churrasqueira e da mesa – onde as cadeiras foram forradas com almofadas cobertas de xita. Isto significa que dá pra cultivar os temperos, cozinhar e bater papo com os amigos… tudo ao mesmo tempo! O cenário foi montado debaixo de um pergolado revestido com taboa reciclada e trançada. A taboa é uma planta típica de manguezais e brejos, com uma fibra durável e resistente e com um custo bem legal.
O bom de montar um ambiente com materiais de baixo custo é que a gente não fica com tanto apego depois na hora de mudar e se tiver um pouquinho de cuidado e planejamento dá pra criar espaços bem harmoniosos.
O jardim abaixo, projetado pela paisagista Clarisse Kopp, é o resultado disso. As cadeiras brancas ficaram bem mais charmosas com o detalhe de tecido de xita amarrado no encosto. Repare que ele sustenta tubos de ensaio, que servem de vasinhos para as flores coloridas. Com o mesmo tecido, Clarisse forrou as casinhas de passarinho que enfeitam a parede.


Para os pufes, foram usados fardos de feno – claro que com o devido cuidado de colocar uma almofada por cima para tornar o assento mais confortável! Ferramentas usadas no jardim servem como objetos de decoração. Para finalizar, a paisagista usou caixinhas de leite como vasos para a horta vertical. Elas foram pintadas com tinta branca e fixadas uma na outra com fios de nylon.

sexta-feira, 1 de março de 2013

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Economia verde cria milhões de empregos no Brasil e no mundo, afirma estudo da OIT


Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançado nesta sexta-feira (15 de fevereiro) afirma que, em países com diferentes níveis de desenvolvimento, a transição para uma economia mais verde e sustentável criou milhões de postos de trabalho. Nos Estados Unidos, por exemplo, o emprego em bens e serviços ambientais foi de 3,1 milhões em 2010. No Brasil, 2,9 milhões de postos de trabalho foram registrados em áreas dedicadas à redução dos danos ambientais, no mesmo período.
Os números em diversos países mostram que o argumento de que a transição para uma economia mais verde impactará negativamente o nível de emprego tem sido geralmente exagerado. “De fato, são os países em desenvolvimento que podem se beneficiar da criação de empregos em áreas de tecnologias limpas e energias renováveis”, afirma o estudo, intitulado “O desafio da promoção de empresas sustentáveis na América Latina e no Caribe: Uma análise regional comparativa”.
Países como México e Brasil estão liderando a adoção de medidas para lidar com as questões ambientais, especialmente em estratégias nacionais de crescimento com baixo carbono, indica o documento.
Um estudo do Banco Mundial no Brasil citado pela publicação da OIT afirma que a redução, até 2030, das emissões de carbono em mais de um terço é compatível com o crescimento do PIB e da economia. O estudo afirma que “o País tem grande oportunidade de mitigar e reduzir suas emissões de carbono em setores como agricultura, energia, transporte e gestão de resíduos, sem afetar negativamente o crescimento econômico”.

‘Problemas endêmicos’ inibem desenvolvimento das empresas sustentáveis

A Organização recomendou aos países da região que enfrentem os “problemas endêmicos” que inibem o desenvolvimento das empresas sustentáveis, como os relacionados com a alta informalidade e baixa produtividade, no âmbito dos esforços que são realizados para gerar mais e melhores empregos.
“Sem empresas sustentáveis não haverá trabalho decente e sem trabalho decente não haverá empresa sustentável”, advertiu a Diretora da OIT para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco, ao participar da apresentação do relatório na sede da União Industrial Argentina (UIA). Na apresentação, estiveram presentes Daniel Fuentes de Rioja, vice-presidente da Organização Internacional de Empregadores (OIE), e Brent Wilton, Secretário-geral da OIE.
O relatório afirma que o setor privado gera cerca de 200 milhões de empregos na América Latina e no Caribe, o equivalente a 79% do total de postos de trabalho disponíveis, através de 59 milhões de unidades produtivas, ainda que a grande maioria destas unidades – cerca de 48 milhões – sejam empreendimentos unipessoais.
Existem 11 milhões de negócios ou empresas de diversos tamanhos que contratam trabalhadores na região, das quais 2,5 milhões têm mais de 6 trabalhadores, acrescenta o documento.

Degradação ambiental também é risco para o desenvolvimento econômico

O documento da OIT alerta que a América do Sul foi uma das regiões com a maior perda líquida de florestas entre os anos 2000 e 2010, com 4 milhões de hectares perdidos a cada ano, de acordo com dados compilados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
“Este fato é extremamente grave, dada a importância das florestas para a conservação dos ecossistemas e da biodiversidade, e também por sua grande contribuição para o PIB de países como Brasil, México, Guiana, Paraguai, Bolívia e Chile. A exploração insustentável, portanto, representa não apenas graves riscos ecológicos, mas também econômicos”, aponta o documento.
O relatório lembra, no entanto, que várias políticas têm sido implementadas para reduzir o impacto ambiental do setor privado. “Alguns países fizeram progressos rumo à criação de incentivos para a produção limpa, gestão sustentável dos recursos naturais e investimentos em energia renovável, embora sejam experiências muitas vezes ainda incipientes.”
O documento aponta no entanto alguns exemplos relevantes sobre os incentivos para a gestão de resíduos sólidos. Na Colômbia, recicladores tradicionais recicladores foram reconhecidos como empreendedores. O documento cita ainda a recente Lei de Saneamento Básico no Brasil, que regula a coleta, tratamento e destino final dos resíduos.
O relatório lembra que o Brasil produz 161 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos e, embora a cobertura de coleta seja de 97%, muitos destes têm um alvo inadequado. “A finalidade da lei é promover a responsabilidade partilhada e criar incentivos econômicos para atividades de reciclagem e resíduos com o destino apropriado.”

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

The Story of Stuff (A historia das coisas dublado em português completo)



The Story of Stuff (A historia das coisas dublado em português completo)



The Story of Stuff expõe as conexões entre um enorme número de questões ambientais e sociais, e nos chama juntos para criar um mundo mais sustentável e justo. Essa historia vai te ensinar algo, ele vai fazer você rir, e só ela pode mudar a maneira de como você olha para todas as coisas em sua vida para sempre.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Compostagem Caseira

Folhetos desenhados pelo artista Português Jaime Lopes para o Município de Salvaterra de Magos falando da Cospostagem Caseira;

http://jaimegrafick.com/site/?p=168


Agora o folheto sobre a reciclagem;


Muitos países estão somando forças, com a causa ambiental. Comece hoje em sua casa a separar o lixo que você produz. Seja responsável recicle, reutilize, reduza, repense, respeite!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Quer montar uma horta em apartamento?




A primeira coisa é escolher onde ela será montada e garantir que seja instalada num local ensolarado. Cuidados com a preparação da terra, a seleção adequada das culturas e a boa manutenção também são essenciais

Confira abaixo o passo-a-passo para a sua horta vingar.
1. Escolha do local
As hortaliças precisam receber, no mínimo, cinco horas de luz solar por dia. Por isso, o ideal é instalar a horta na varanda ou junto à janela. Prefira locais que recebem sol pela manhã.

2. Onde plantar?
Em qualquer vasilhame, de jardineiras a jarros (com volume mínimo de 1 litro) até canos de PVC (de 30 cm de diâmetro) cortados ao meio. Dá para usar também garrafas PET de 2 litros (cortadas acima da metade) ou carrinhos de mão. É preciso sempre furar embaixo para a drenagem da água.

3. Preparo do solo
Melhor comprar terra pronta, com matéria orgânica, nitrogênio, fósforo e potássio, aconselha o técnico agrícola Adejar Gualberto Marinho, da Embrapa Hortaliças. “O ideal é que a terra tenha pH 6. Se o solo for ácido demais, as plantas não vingarão”, afirma.

4. Seleção das culturas
Opte por hortaliças com raízes curtas, como alface, coentro, cebolinha, salsa, pimentão e couve-folha, ou até frutas de pequeno porte, como tomate-cereja e morango. Vegetais de raízes longas, como cenoura, rabanete e mandioquinha, não se adaptam bem a solos pouco profundos

5. Cuidados no plantio
A plantação começa com sementes ou mudas, dependendo da cultura. Pesquise o espaçamento ideal de cada planta para que ela cresça plenamente. Um pé de alface, por exemplo, deve ser plantado a 20 cm dos demais, enquanto para tomate e couve a distância sobe para 35 cm.

6. Rega e manutenção
No início, regue três vezes por dia até que a semente germine ou a muda pegue. Depois, basta uma rega diária, de preferência pela manhã. Retire plantas invasoras e proteja a horta de insetos, principalmente borboletas. Seus ovos viram larvas, que se alimentam das plantas.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_411077.shtml

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Horta Vertical

Faça você mesmo!  Cultive uma horta na sua janela!
 http://www.sustentavelnapratica.net/index.htm

Ter em casa uma horta para produzir ervas, tempeiros e até verduras e legumes deixou de ser privilégio de quem tem um quintal em casa. Utilizando a idéia desenvolvida pelas novaiorquinas Britta Riley e Rebecca Bray, cultivar uma horta está a alcance de qualquer um que tenha uma janela bem iluminada. 

O movimento das "fazendas das janelas" começou em 2009 em Nova Iorque e hoje conta com milhares de participantes no mundo todo, que colaboram por meio do site www.windowfarms.org. O interessante é que o movimento vai além de divulgar uma solução difinitiva e de "tamanho único" para o cultivo em janelas. Os participantes são estimulados a assumir o papel de pesquisadores do "faça você mesmo", experimentando várias alternativas e agregando inovações para melhorar as técnicas de plantio vertical em pequenos espaços. 
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horta de janela
O único pedido desta comunidade é que as inovações sejam compartilhadas com todos. Este é o princípio básico de desenvolvimento de projetos de tecnologia livre ("open source", em inglês) que possibilitou o desenvolvimento de softwares livres como o Linux, o Open Office e outros. O projeto de horta de janela que estamos apresentando agora é baseado na proposta do site "windowfarms", mas traz mudanças técnicas e conceituais significativas  que gostaríamos de compartilhar com os visitantes do Sustentável na Prática.

Em nosso "faça você mesmo" abandonamos a técnica de hidroponia utilizada no projeto inicial do "windowfarms". Concluímos que a hidroponia apresenta complexidades (como a necessidade de utilização de bombas, aeradores, temporizadores e  soluções especiais de nutrientes) que poderiam desistimular a construção de hortas de janela por pessoas que não tem familiaridade com eletricidade e eletrônica, ou que tenham dificuldade de obter os componentes ou produtos mais especializados. 

Ao invés da hidroponia, resolvemos adotar  a técnica da organoponia, ou seja, o cultivo de vegetais utilizando húmus  no lugar do solo. A organoponia apresenta vantagens adicionais quando associado a outra idéia que começa a ser difundida em muitas áreas urbanas: a utilização de um minhocário doméstico para a fabricação de húmus a partir de restos de cozinha, que pode ser feito em casa ou adquirido pronto (www.minhocasa.com). 

Conjugando as hortas de janela com os minhocários, o horticultor doméstico utilizará, como meio de cultivo, o húmus produzido na própria casa ou apartamento, cultivando alimento ao mesmo tempo que dá uma destinação adequada aos  resíduos orgânicos. 

Gostou da idéia? Então, mãos à obra e transforme sua janela em uma horta! 


Você vai precisar de: 


Material:
5 garrafes PET iguais, preferencialmente de 2 litros ou maior;
4,4 metros de barbante de 2mm de diâmetro (dê preferência à barbante sintético, que tem mais resistência);
1 metro de arame galvanizado de 1mm de diâmetro;
1 metro mangueira plástica flexível de 10mm de diâmetro;
1 torneira plástica para filtro;
1 palito de madeira (pode ser um palito japonêsn - hashi ou um espeto de churrasco de madeira);
5 kg de humus de minhoca (comprar em supermercado ou fazer você mesmo);
1 litro de  brita, seixos pequenos ou cacos de tijolo;
Mudas e/ou sementes de temperos e horaliças.

Ferramentas: 
Furadeira com brocas variadas para madeira e plástico;
Canivete ou estilete ;
Tesoura; 
Alicate; 
Alicate de corte;
Régua; 
Caneta de retroprojetor.

Modo de fazer: 

1º Passo: Separe quatro das cinco garrafas e risque uma linha ao redor de cada uma (figura 1). As linhas devem ser simétricas nas quatro garrafas (a altura do corte vai depender do tipo de garrafa). Utilizamos garrafas de coca-cola. Neste caso, marcamos dois centímetros acima da marca do rótulo. Depois de marcar, corte as 4 garrafas ao longo da linha (figura 2). Estas serão as "garrafas-vaso" .


 Figura 1 - Marcação  da linha de corte


 Figura 2 - Corte das "garrafas vaso"

2º Passo: Selecione uma broca de um diâmetro um pouco maior que a mangueira que você vai utilizar e fure o centro do fundo da quinta garrafa (figura 3 : cuidado! segure bem para que a broca não trave na garrafa e  arranque de sua mão!). Esta será a "garrafa-reservatório" 


Figura 3 - Furando a "garrafa resevatório"

3º Passo: Com um pedaço de arame aquecido no fogo, faça dois furos em lados opostos da parte cortada das 4 primeiras garrafas. Deixe pelo menos 1 cm entre o furo e a borda do corte (figura 4). Faça também dois furos com o prego quente no fundo da quinta garrafa (figura 5) 


 Figura 4 - Furando as "garrafas vaso"
 

  Figura 5 - Furando a  "garrafa reservatório"

4º Passo: Corte 8 pedaços de arame com 5 cm e 2 pedaços de 8cm. Dobre os 8 pedaços menores em forma de gancho (figura 6) e prenda-os nos furos das 4 garrafas cortadas (figura 7). Com os pedaços maiores de arame , faça ganchos maiores  para a garrafa reservatório conforme a imagem (figura 8).


 Figura 6 - Fabricando os ganchinhos de suporte 

 Figura 7 - Ganchos instalados na garrafa vaso

 Figura 8 - Ganchos instalados na garrafa reservatório 

5º Passo: Preparação das tampas das garrafas: Selecione uma broca com diâmetro ligeiramente inferior à mangueira que você vai usar e fure o centro de cada tampa de garrafa. Segure bem! Segurar com um alicate dá melhores resultados (figura 9). 



 Figura 9 - Furando as tampas das garrafas


6º Passo: Corte agora 4 pedaços da mangueira com 8cm de comprimento. Introduza as mangueiras nos buracos das tampas (figura 10). As mangueiras devem ficar bem justas para evitar vazamentos. Rosqueie as tampas  nas 4 garrafas cortadas (garrafas vaso). 


 Figura 10 - Pedaços de mangueira introduzidas nas tampas



7º Passo: Prepare agora o a torneira da garrafa reservatório: você deve iniciar com uma torneira como a da figura 11. Com um alicate de corte, retire a parte externa da porca borboleta da torneira (figuras 12 e 13). Faça um furo na tampa de uma garrafa PET, com diâmetro suficiente para passar a rosca da torneira. Fure também a borrachinha  fina do interior da tampa (figura 14). Monte a torneira na  tampa da garrafa (figura 15). Não esqueça da borrachina de vedação. Na figura 16, temos o resultado final. Rosquie a tampa com a torneira na garrafa reservatório.



 Figura 11 - Torneira plástica  de filtro


 Figura 12 - Cortando a porca borboleta 


 Figura 13 - Porca borboleta: antes e depois do corte 


 Figura 14 - Tampa de garrafa furada 


 Figura 15 - Montagem da torneira na tampa de PET


 Figura 16 - Tampa de PET com torneira acoplada 






8º Passo: Prepare agora o suporte para as garrafas: Encontre o meio do barbante de 4,4 metros, e prenda-o em um prego ou gancho (figura 17). Marque o barbante com uma caneta de retroprojetor a 50cm do meio. Marque os dois lados do barbante (figura 18). Faça agora mais 4 marcas no barbante com distância de 40cm entre elas (figura 19).  Faça um nó cego  em cada marca do barbante: tenha cuidado para fazer todos os nós do mesmo tamanho, para que tenham a mesma altura, de dois em dois. Para terminar, prenda um palito de sushi entre o meio do barbante e os dois primeiros nós. Use um nó do tipo "volta do fiel" para isto (figura 20).


 Figura 17 - Medindo o barbante do suporte

 Figura 18 - primeira marca a 50cm  do meio


 Figura 19 - Fazer mais 4 marcas de 40 em 40 cm 


 Figura 20 - Espaçador com palito de sushi

9º Passo: Coloque uma camada de brita no fundo das 4 garrafas-vaso (figura 21). Não precisa muito, apenas o suficiente para tampar a entrada da mangueira. Preencha agora as garrafas-vaso com húmus de minhoca (figura 22). Plante suas mudas e sementes em cada uma das 4 garrafas-vaso. 



 Figura 21 - Colocação de brita no fundo das  garrafas




 Figura 22 - Preenchendo as garrafas vaso com húmus dd minhoca

10º Passo: Montagem final: Prenda as garrafas no suporte, utilizando os ganchos de arame. O caninho na tampa de cada garrafa deverá estar na direção do centro da garrafa de baixo. A mangueira da garrafa-vaso mais baixa deverá ser introduzida no furo de cima da garrafa-reservatório (figura 23). 



 Figura 23 - Horta vertical montada




Pronto! você terminou sua horta de janela! 
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Pendure sua horta na frente de uma janela iluminada. Quanto mais luz entrar pela janela, melhores serão os resultados do crescimento das plantas. Lembre que janelas viradas para o norte, nordeste e noroeste recebem mais sol, quando não são sombreadas por muros, prédios ou outros obstáculos. 

A rega da horta pode ser feita apenas no vaso de cima. Ele deve ser preenchido de água com cuidado para não transbordar. A medida que a água saturar o composto, irá pingar de vaso em vaso e o excedente será armazenado no reservatório. Você verá que a agua armazenada terá a cor de um chá forte. Isso significa que ela está cheia de nutrientes retirados do húmus nos vasos. Não desperdice esta água! Ela deve ser reutilizada para regar os vasos. Para isso, utilize a torneirinha da tampa da garrafa reservatório para encher um recipiente para regar os vasos. 


Experimente!
O projeto apresentado aqui é bem básico, e pode ser melhorado e ampliado indefinidamente. O limite é nossa imaginação! Você pode, por exemplo: 

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Construir um sistemas com várias colunas, como se fosse uma cortina viva para sua janela; 
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Experimentar com vários tipos de temperos e verduras, para descobrir os que se adaptam melhor às condições de luminosidade de sua janela; 
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Experimentar com vasos e recipientes maiores, para cultivar plantas que precisariam de mais terra (como cenoura, tomates, berinjela...);
Automatizar sua irrigação, com um temporizador e uma bombinha de aquario. 




Lembre de compartilhar suas descobertas com os outros fazendeiros de janelas, participando no grupo de discussão e no facebook do sustentável na prática. 

E boas colheitas! 
 
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