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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Livro mostra estudos de experimentos sobre hortas urbanas e periurbana

Foto: Agência de Notícias - Embrapa
Agência de Notícias - Embrapa - Livro mostra estudos de experimentos sobre hortas urbanas e periurbanas
Livro mostra estudos de experimentos sobre hortas urbanas e periurbanas
O projeto  iniciado em 2004 por uma equipe de pesquisadores da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF),e resultou na publicação de três livros que relatam as experiências vivenciadas em torno da implantação de hortas urbanas – também chamadas de periurbanas ou comunitárias. "O objetivo principal dessas publicações foi contar a história dos projetos de hortas urbanas, abordando aspectos positivos e negativos, do ponto de vista econômico, social e ambiental", resumiu a pesquisadora Flávia Alcântara, editora técnica das publicações, juntamente com a pesquisadora Marina Castelo Branco. Segundo Flávia, o último volume conclui a experiência, e fecha a trilogia.
O "caçula" dos três tomos, lançado no início de 2012, tem um ingrediente a mais, já que além da experiência no Brasil mostra diferentes formas de cultivo urbano de hortaliças em várias cidades dos Estados Unidos. Flávia explica que com relação aos canteiros comunitários daquele país não houve o intuito de fazer comparações, apenas complementar o histórico que permeou as duas edições anteriores. "A pesquisadora Marina aproveitou o período em que precisou desenvolver um trabalho por lá e registrou sua passagem com fotos e relatos sobre o que presenciou, incluindo características sociais das pessoas envolvidas com as hortas", observou.
Conforme explicita o pesquisador Ivan Sérgio de Sousa, que fez a apresentação do último volume da série, esse trabalho "traz estudos que focalizam a horticultura urbana e periurbana no estado de São Paulo, a experiência realizada por organizações não governamentais, a horta urbana em Santo Antônio do Descoberto (Distrito Federal), a segurança alimentar e nutricional do Submédio São Francisco e as hortas comunitárias nos Estados Unidos. Neste livro, a vivência de hortas comunitárias é estudada de forma a destacar não apenas suas caraterísticas próprias e distintivas, como também aqueles aspectos generalizáveis a outras experiências".
VOLUMES I E II
No primeiro livro, lançado em 2007, é descrita a experiência de uma horta comunitária implantada, com apoio da Embrapa Hortaliças, em Santo Antônio do Descoberto, cidade goiana localizada a 50 km de Brasília. Nessa obra, os pesquisadores envolvidos dimensionam algumas variáveis, desde a parte referente à alimentação das famílias até a incidência de pragas e doenças nas plantas cultivadas.
O segundo foi lançado em 2008 e aborda outras iniciativas similares conduzidas nas cidades do Novo Gama e Abadia de Goiás (GO) e Teresina (PI). A publicação também conta com a participação da técnica agrícola Diana Gomes Lopes e da assistente social Sandra Santana, da Secretaria de Agricultura de Goiás, e das professoras Juliana Portela e Maria do Socorro Lira, da Universidade Federal do Piauí.
De acordo com Flávia Alcântara, o trabalho finalizado em 2012 disponibiliza a formuladores de políticas públicas resultados desses experimentos conduzidos pelos pesquisadores que podem servir para subsidiar programas de governo. "As iniciativas que procuram fomentar maior consumo de hortaliças na dieta alimentar dos brasileiros encontrarão nos três volumes importantes contribuições para desenvolver projetos nesse sentido", exemplifica a pesquisadora.
Os interessados podem solicitar exemplares, com preço unitário de R$ 20,00, através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) da Embrapa Hortaliças, pelo telefone (61)3385-9110 ou pelo correio eletrônico sac.hortaliças@embrapa.br


Anelise Macedo –(MTB 2749/DF)
Embrapa Hortaliças
(61) 3385-9109
ane@cnph.embrapa.br

Embrapa Hortaliças
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pneu


A borracha é a matéria-prima principal para a fabricação de pneus, eles se dividem em dois tipos: a borracha natural, proveniente da seiva da seringueira (uma árvore de grande porte, nativa da Amazônia); e a borracha sintética, proveniente do petróleo. A borracha sintética é similar à natural, mas não possui a mesma resistência ao calor.
No Brasil, grande parte da borracha fabricada se destina para a fabricação de pneus, cerca de 70% do total. O restante é destinado para a indústria de calçados, instrumentos cirúrgicos, etc.
O tempo de decomposição dos pneus ainda é classificado como não determinado, provavelmente são necessários centenas de anos para um pneu inservível desaparecer, por isso, a sua destinação final se tornou um grande problema ambiental para o mundo todo.
Na Holanda, segundo um estudo realizado pela Universidade de Vrije, revelou que em todo o mundo são fabricados cerca de 2 milhões de pneus novos por dia, uma média de 730 milhões de pneus ao ano. Pra se ter uma ideia, no Brasil, são 17 milhões de pneus descartados ao ano.
Diversos artefatos podem ser feitos com a reutilização dos pneus, por exemplo: asfalto para a pavimentação de vias; gramas artificiais de quadras esportivas, reutilização industrial da borracha, etc. Outra forma de recuperação é a chamada recauchutagem, neste processo um pneu velho é recuperado, prolongando sua vida útil.
Dica: Procure no nosso mapa o ponto de coleta mais próximo de você e destine seu pneu para a reciclagem. Afinal, não queremos deixar de herança pra os jovens montanhas de pneus, não é mesmo!?
Fonte: Reciclanip 
http://www.reciclagemnobrasil.com.br/reciclagem-de-pneu

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Estatísticas de Reciclagem - Lixo


O lixo é uma fonte de riquezas

  • O lixo é uma fonte de riquezas. As indústrias de reciclagem produzem papéis, folhas de alumínio, lâminas de borracha, fibras e energia elétrica, gerada com a combustão.
  • No Brasil, a cada ano são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia.
  • O Brasil é considerado um grande "reciclador" de alumínio, mas ainda reaproveita pouco os vidros, o plástico, as latas de ferro e os pneus que consome.
  • A cidade de São Paulo produz mais de 12.000 toneladas de lixo por dia, com este lixo, em uma semana dá para encher um estádio para 80.000 pessoas.
  • Se toda água do planeta coubesse em um litro, a água doce corresponderia a uma colher de chá.
  • Somente 37% do papel de escritório é realmente reciclado, o resto é queimado. Por outro lado, cerca de 60% do papel ondulado é reciclado no Brasil.
  • Um litro de óleo combustível usado pode contaminar 1.000.000 de litros de água.
  • Menos de 50% de produção nacional de papel ondulado ou papelão é reciclado atualmente, o que corresponde a cerca de 720 mil toneladas de papel ondulado. O restante é jogado fora ou inutilizado.
  • Pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, um pouco mais de 1 quilo de lixo por dia. Atualmente, a produção anual de lixo em todo o planeta é de aproximadamente 400 milhões de toneladas.
Perfil do lixo produzido nas grandes cidades brasileiras:
1. 39%: papel e papelão
2. 16%: metais ferrosos
3. 15%: vidro
4. 8%: rejeito
5. 7%: plástico filme
6. 2%: embalagens longa vida
7. 1%: alumínio

Redação Ambiente Brasil

sábado, 1 de março de 2014

Iniciativas pelo Brasil incentivam o carnaval sustentável

Reportagem especial do Portal Brasil mostra que é possível se divertir com responsabilidade ambiental

 

Em meio a diversidade do nosso País, o Portal Brasil destaca programações carnavalescas que agregam diversão e responsabilidade ambiental. Em São Paulo ou no Rio de Janeiro, iniciativas mostram que é possível se divertir, tratando de temas importantes e responsáveis, andando de mãos dadas com a natureza. 
Presente em todas as terças-feiras do carnaval do Rio de Janeiro desde 2004, o bloco Vagalume O Verde (VOV) promove a sustentabilidade aos participantes.  De acordo com presidente fundador, Hugo Camarate, o bloco foi criado acreditando-se poder contribuir para sensibilizar os foliões a fim de mitigar os impactos ambientais gerados pelo homem e fomentar a cultura do carnaval.
“Desde o início, tivemos o propósito de trazer à discussão a temática ambiental. Naquele momento, discutia-se a ecologia e éramos tratados como um eco-bloco. Hoje, nestes novos tempos, nos consideramos um bloco sustentável. Entendemos, no entanto, que a sustentabilidade do bloco é algo que jamais será atingida plenamente e que o que nos permite nos chamarmos desta forma - bloco sustentável - é o compromisso de seguir os preceitos da sustentabilidade como diretriz”, afirma.
O Vagalume O Verde busca implementar práticas ecológicas e utilizar materiais amigáveis ao meio ambiente. Como exemplo, realização de coleta seletiva, o porta “bituca” de cigarros (enfocando a destinação correta do resíduo), a inserção de 10% de instrumentos feitos através de materiais reaproveitados/reciclados no realizados no carnaval de 2013, quando 10 mil pessoas prestigiaram o bloco sustentável.
Além disso, buscando minimizar impactos negativos do desfile, o VOV limita o volume dos decibéis do carro de som para não impactar a fauna e a flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que faz parte do itinerário do bloco.
Hugo conta, ainda, que o grupo busca preparar as futuras gerações de foliões. “Estimulamos cursos, participamos de palestras e buscamos auxiliar, com oficinas que tratem do meio ambiente, utilizando o carnaval como eixo condutor das discussões e como ferramenta de aproximação. Na verdade, ansiamos e buscamos contribuir para que as condições sejam ainda melhores do que as atuais - compensamos nosso desfile através do plantio de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.”
Desfile sustentável
No carnaval de São Paulo, a escola de samba Império de Casa Verde também se mostra preocupada com a questão. Tanto é que, neste ano, leva à Avenida o tema “Sustentabilidade, construindo um novo mundo”. Efeito estufa, poluição, desperdício, queimadas e devastação das matas nativas, além de alternativas como a reciclagem do lixo, são alguns dos temas tratados pela escola.
O presidente do Conselho Deliberativo da Império de Casa Verde, Eduardo Moraes, informa que o tema do enredo surgiu “da necessidade de um planeta sustentável com menor degradação do meio ambiente, preservando as reservas naturais”. Para isso, alguns carros do desfile foram confeccionados com materiais recicláveis, como latas de alumínio, papelão, copos descartáveis.
“Um grande exemplo é a fantasia da ala das crianças que foram feitas com copos descartáveis usados. E a agua utilizada no abre alas que é uma água cenográfica, que não molha os componentes, e foi utilizada água de reuso”, diz Eduardo.
Para ele, o samba-enredo da Império de Casa Verde tem um papel importante para a comunidade. “Buscamos a conscientização da comunidade de que o planeta está sufocado e necessita de uma ação global urgente de preservação, garantindo assim um planeta melhor para as futuras gerações.”
Com o trabalho que, neste ano, completa 10 anos, Hugo Camarate acredita que o bloco fundado por ele pode fazer a diferença. “O pioneirismo destas ações, bem como os frutos que podem ser colhidos adiante, podem significar novos rumos para um carnaval mais alegre, com menos desperdício e, com certeza, muito mais sustentável!”, afirma.
Serviço
Bloco Sustentável Vagalume O Verde
Local: Início na Rua Jardim Botânico (esquina com Rua Pacheco Leão) em direção à Praça Santost Dumont - Baixo Gávea, Rio de Janeiro
Concentração: 08:00h
Desfile: 10h às 14h
Data: 04/03/2014
Fonte:
Portal Brasil

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Reciclagem – Desafio para 2014



Seguem abaixo algumas informações interessantes sobre o mercado de reciclagem atual:
RECICLAGEM: Das 189 mil toneladas de resíduos produzidos por dia ( 1,1 kg por pessoa) no país, apenas 1,4 % é reciclado. Só 27% das cidades possuem aterros sanitários. Dos 5.564 municípios, 766 fazem coleta seletiva. No Rio, 0,27% do lixo (25 toneladas diárias) é enviado diariamente pela Comlurb para reciclagem. A meta da prefeitura é alcançar 3,5% até 2016. Já o percentual de reciclagem sobre o material com potencial de reaproveitamento está em 3%, e a meta é chegar a 5% em dezembro e 25% até 2016 ( cerca de 288 toneladas),
PET: As garrafas de plástico demoram cerca de cem anos para se decompor na natureza. Há estudos, porém, que sustentam que esses materiais têm uma durabilidade maior, chegando a 450 anos. O produto pode ser amplamente reaproveitado, gerando até mesmo as camisas  usadas pela seleção brasileira de futebol. A associação Brasileira da Industria do PET informa que, em 2011, o país deu a destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens (57,1% do total descartado).
VIDRO: Pode se manter íntegro por tempo indeterminado. De acordo com a Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro, 15% do total produzido no país eram reaproveitados em 1991, passando para 35% em 1997, 42% em 2003, 43% em 2005 até chegar a 49% em 2007. A Abividros estima que o mercado movimente R$ 12 milhões por ano, mas o potencial desperdiçado chega a R$ 8 bilhões.
PAPEL: Jornal, papelão e papel comum demoram de um a três meses para se decompor na natureza. Quando reciclamos, pode gerar novos produtos como papel artesanal, artigos de papelaria ou pequeno objetos de artesanato. Cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 40 árvores e economiza 2,5 barris de petróleo, cerca de 100 mil litros de água e 5 mil KWh de energia elétrica.
ALUMÍNIO: O tempo de decomposição do metal pode chegar a cinco séculos. Cada lata de alumínio reciclada economiza a energia elétrica necessária  para uma TV ficar ligada por 3 horas. A cadeia de reaproveitamento está consolidada, com catadores disputando o produto nas ruas.

Fonte: http://www.shoppingleblon.com.br

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Casa na Dinamarca será totalmente construída com materiais reciclados

Upcycle House, como é chamada, utilizou desde isolamento térmico feito com jornais nas paredes até telhado produzido a partir de latas de alumínio recicladas

Rodrigo Louzas


O escritório Lendager Architects, em parceria com a Realdania Byg Foundation, propôs a construção de uma casa composta somente por materiais reutilizados em Nyborg, Dinamarca. A habitação faz parte de um empreendimento que receberá outras cinco casas do tipo.
Divulgação: Lendager Architects
A "Upcycle House" (algo como "Casa Reutilizada"), como é chamada, tem como intuito desenvolver modelos de residências sustentáveis para substituir as tradicionais casas pré-fabricadas. Cerca de 175 mil dólares foram gastos em sua construção.
Além da preocupação com os materiais usados na estrutura da casa, o projeto também prevê soluções para reduzir os gastos decorrentes de seu uso. A construção foi planejada levando em consideração quatro indicadores: redução nas emissões de CO2 (em comparação feita com as casas tradicionais), preço, operação e manutenção (vida útil esperada e despesas com manutenção) e acessibilidade em relação aos materiais.
A base para a casa, de quatro quartos, foi a reutilização de dois contêineres e molduras de madeira reciclada. Eles foram dispostos sobre uma base isolante, que inclui o reaproveitamento de isopor e garrafas de vidro usadas. As paredes são de drywall, feito com gesso reciclado e preenchido com jornais, que garantem o conforto térmico interno.
A casa ainda conta com uma sala de estar, cozinha e banheiro. O piso é feito de um um composto de plástico reciclado e granulado de madeira. Janelas, tijolos e ripas antigos também entraram no projeto. Já o telhado da "Upcycle House" foi produzido a partir de latas de alumínio recicladas, que são processadas até virarem uma folha usada como cobertura.
Já na primeira fase da construção, a casa apresentou resultados expressivos, de acordo com os arquitetos, com a redução de 75% das emissões de CO2 em relação à obra de casas comuns.
Divulgação: Lendager Architects
Divulgação: Lendager Architects
Divulgação: Lendager Architects
Divulgação: Lendager Architects

Divulgação: Lendager Architects

Fonte: http://piniweb.pini.com.br/construcao/sustentabilidade/casa-na-dinamarca-e-totalmente-construida-com-materiais-reciclados-289008-1.aspx

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Educação Ambiental

Curso Confirmado:
Educação Ambiental



Informamos que o curso Educação Ambiental na unidade GÁVEA está confirmado. 


Período de aulas: 01/10/2013 a 05/11/2013

Horário: Aulas teóricas: Terças e quintas-feiras, das 19h às 22h (Dias 01, 03, 08, 10, 17, 22, 24 ,29 e 31/10 e 05/11). Aulas práticas: Sábados, das 9h às 17h. (Dias 19/10 e 09/11)

 Tire suas dúvidas entrando em contato conosco.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Seminário internacional abre a Semana do Meio Ambiente com debate sobre novos modelos de desenvolvimento


“É inegável a liderança do Brasil nos processos internacionais de sustentabilidade, como também é inegável a responsabilidade de conduzir e facilitar que a inserção de novas ideias e novos atores possa entrar nesse mundo do fortalecimento do multilateralismo”, afirmou nesta segunda-feira (03/06) a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante abertura da Semana do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

A declaração foi feita durante o seminário internacional “A geopolítica do desenvolvimento sustentável”. O evento serviu para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente e o primeiro aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). “Um ano depois da conferência nós temos uma pauta modelada pelo legado deixado”, disse a ministra. “Permitiu-se uma construção de um grupo de pessoas que tem uma grande capacidade de diálogo e engajamento”.

REFERÊNCIA 

Segundo a Izabella Teixeira, a sustentabilidade continua sendo paradigma de referência em desenvolvimento. “O Brasil é um país que busca os caminhos de sustentabilidade, reduzindo as diferenças nas classes sociais, nos desafios da erradicação da pobreza, de uma estabilidade econômica, de uma inovação tecnológica e, de que o meio ambiente não é um assunto reativo e sim propositivo”, enfatizou.

O seminário foi uma realização do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro Rio+), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e de mais 25 outras instituições. "É uma preocupação, uma chamada desesperada, para que todos os países definam o que vamos fazer para reduzir o consumo desenfreado", afirmou a primeira expositora, Yolanda Kakabadse, presidente do Fundo Mundial para a Natureza (WWF). Para o presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), Israel Klabin, a Rio+20 trouxe a consciência de que o desenvolvimento sustentável está baseado na capacidade de resolver problemas socioambientais.

INCLUSÃO SOCIAL


Já o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luiz Pinguelli Rosa, afirmou que é e necessário buscar soluções que permitam ampliar a produção necessária e construir um modelo de sociedade que possa permanecer no tempo. A diretora regional para América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Margarita Astrálaga, falou sobre a desigualdade nos padrões de consumo e como esse tema pode ser considerado uma questão ética. Ela ressaltou a necessidade de ensinar os jovens a como tornar o mundo mais sustentável, não só do
ponto de vista ambiental, mas também do ponto de vista da inclusão social.

Na sua intervenção, o presidente da Unilever Brasil, Fernando Fernandes, listou cinco grandes elementos que podem mudar os padrões de produção e consumo: educação, inovação, políticas públicas, indicadores e parcerias. O embaixador André Corrêa do Lago destacou que mudar padrões de consumo não significa viver pior, pois é uma agenda que apresenta várias oportunidades. “Estamos defendendo a vida humana no planeta. Devemos refletir: de que maneira vamos viver decentemente?”, enfatizou.

O secretário-geral assistente e diretor do Bureau de Políticas para o Desenvolvimento do PNUD, Olav Kjorven, finalizou o seminário reforçando que o mundo precisa de um novo cenário para um desenvolvimento sustentável melhor, com discussões contínuas e expansão do diálogo.

Fonte; MMA - http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias6/noticia=734189

terça-feira, 25 de junho de 2013

Apenas 60% do lixo do Brasil terá destino correto em 201

Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável 


Estimativa da Abrelpe garante que, se o Brasil não acelerar o ritmo das mudanças no setor de gestão de resíduos sólidos, cerca de 40% do lixo produzido pela população continuará a ser descartado de forma incorreta em 2014, quando vence o prazo dado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para que as cidades acabem com os lixões


Marcello Casal Jr./Abr
A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) apresentou estimativa que revela que o Brasil ainda deixa muito a desejar quando o assunto é a gestão de resíduos sólidos.

Segundo a avaliação, o país avança lentamente no setor e, se não acelerar o ritmo, terá apenas 60% de seu lixo sendo destinado corretamente em 2014 - ano em que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), todos os municípios brasileiros deveriam estar com seuslixões desativados e substituídos por aterros sanitários.

Ainda segundo a estimativa da Abrelpe, no ritmo em que está, o Brasil só vai conseguir universalizar a coleta de resíduos urbanos em 2020 ou mais. "A perspectiva da Abrelpe leva em conta as médias nacionais de gestão de resíduos. O Brasil é um país continental e as diferenças regionais são gritantes nesse setor, o que significa que o processo de universalização da coleta de resíduos urbanos pode atrasar ainda mais", explica Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação.

Divulgado em maio, o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2012 apontou que o país deu destino incorreto a quase 24 milhões de toneladas de lixo no ano passado, o que equivale a 168 estádios do Maracanã lotados

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/lixo-brasil-destino-incorreto-2014-lixoes-residuos-solidos-743246.shtml
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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Cartão-postal ou imagem ruim na Copa das Confederações?


Teremos estádios lotados na Copa das Confederações, considerando a grande venda de ingressos, muito superior à verificada na última edição dessa competição, realizada na África do Sul, em 2009. No final de maio, já haviam se esgotado, por exemplo, as entradas para a partida final, a ser disputada no novo Maracanã, no Rio de Janeiro. E isso sem sequer existir a certeza dos torcedores de que a Seleção Brasileira será finalista. 
Será muito importante para o Brasil o sucesso de público do torneio, mas também em todos os outros indicadores, como limpeza pública, segurança, infraestrutura, transportes, hospedagem e mobilidade dos torcedores e turistas. Afinal, estaremos testando na presente competição a nossa capacidade de promover com eficácia a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, e outros grandes eventos, como a Expo Mundial 2020, cuja realização é pleiteada pela cidade de São Paulo. 
Arenas esportivas com capacidade esgotada também significam movimento positivo para hotéis, restaurantes, companhias aéreas, empresas de turismo, táxis, prestadores de serviços e comércio. Afinal, são numerosos os visitantes de outros países e também brasileiros, que viajarão às cidades sedes para assistir aos jogos. 
A pergunta fundamental é a seguinte: o que oferecemos a essas pessoas? Cartões-postais para que continuem atraídas pelo turismo nacional, ou uma imagem ruim, de modo que os estrangeiros jamais voltem e os brasileiros prefiram viajar ao exterior ao invés de conhecerem melhor o seu próprio país? São muitas as vertentes de respostas a essas perguntas, a começar pelo combate à violência, que nos rendeu desabonadora visibilidade na imprensa internacional e nota de alerta da União Europeia, devido ao inaceitável estupro de uma turista estrangeira numa van do transporte público carioca. 
Mobilidade, incluindo aviões, trens, metrô, ônibus e trânsito fluente, segurança pública e salubridade ambiental são alguns dos itens essenciais para encantarmos os visitantes. No entanto, nesses quesitos estamos exatamente como a Seleção Brasileira, ou seja, perdendo, e, quando muito, empatando... 
O mais grave é que temos desperdiçado chances de gol daquelas que não podem ser perdidas. Refiro-me, especificamente, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Seu cumprimento seria um grande avanço no sentido de melhorar o meio ambiente e a aparência do meio urbano, a começar com a execução da medida que prevê a erradicação dos lixões em 2014. 
Pois bem, com lei aprovada e metas definidas, estamos prestes a dar um grande chute pra fora, na cara da Copa das Confederações e às vésperas da Copa do Mundo: segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ainda há no Brasil 2.906 lixões, em 2.810 cidades, ou seja, mais da metade de nossos municípios, e apenas cerca de 20% deles realizam a coleta seletiva. Se formos cumprir a lei que instituiu a PNRS, o prazo fixado para sua eliminação é agosto do próximo ano. 
Temos lei, conhecimento e tecnologia, inclusive desenvolvida pelas empresas que atuam no setor de resíduos sólidos. É preciso que a lei seja cumprida. Alega-se, de um lado, que são necessários recursos vultosos — aproximadamente R$ 70 bilhões — para a erradicação dos lixões. Ora, não temos quebrado sucessivos recordes anuais de arrecadação tributária? Ademais, a boa gestão desses projetos possibilitaria o desembolso programado, ao longo de alguns anos e não o pagamento à vista. 
A sociedade precisa cobrar o cumprimento das leis e dos prazos estabelecidos por elas. Se são necessárias parcerias público-privadas para trens, metrôs, aeroportos e obras de infraestrutura, também o são para a erradicação dos lixões, que contam com o setor privado mas dependem do setor público, representado pela vontade política da União, estados e municípios e uma boa gestão de projetos. Temos oportunidade histórica de quebrar o paradigma de desrespeito ao marco legal e, ao mesmo tempo, avançar de modo significativo na qualidade ambiental do meio urbano. Não podemos perder esse gol! 
 *Ariovaldo Caodaglio, cientista social, biólogo, estatístico e pós-graduado em meio ambiente, é presidente do Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo).

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Estamos Participando!

VUM - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público apoia a 5ª semana nacional do meio ambiente realizada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro TRF 2ª região.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Rio quer selecionar 25% do lixo até 2016

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com apenas 1% de lixo recolhido em coleta seletiva em 2012, o município do Rio quer aumentar esse percentual para 25% até 2016 e começará neste ano a pôr em prática as medidas que buscarão esse objetivo. Em cerca de três meses, a Central de Triagem de Irajá será inaugurada, dando início ao projeto orçado em R$ 50 milhões, anunciado em 2011. O projeto recebeu investimentos de R$ 22 milhões, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e de R$ 28 milhões da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).
"Ela vai atender aos bairros de Irajá, Marechal Hermes e Deodoro", adiantou o coordenador de Projetos de Coleta Seletiva da Comlurb, Jorge Otero. Segundo ele, nove caminhões de lixo vão circular nos bairros a partir da inauguração e apenas mulheres trabalharão na coleta seletiva.
As garis passaram por uma capacitação de 15 dias e serão responsáveis também por advertir as residências que não aderirem ao novo modo de coleta. "Na primeira vez, os moradores serão avisados. Na segunda, advertidos. Se houver terceira, haverá multa", explica Otero. Ele diz que o valor da punição ainda não está definido.
As garis do projeto foram selecionadas no banco de classificados do último concurso e vão iniciar o trabalho no novo modelo. Um detalhe diferente na coleta seletiva será o uniforme: em vez do tradicional laranja, elas vestirão camisas verdes.
A Central de Triagem de Irajá será a primeira das seis que funcionarão na cidade. Ainda neste ano, deve ser inaugurada a da Central do Brasil, no bairro da Gamboa, que atenderá ao centro e à zona sul. Na zona norte, haverá uma central na Penha, e mais três serão construídas na zona oeste: em Bangu, Campo Grande e Vargem Grande.
Para a coleta, não será necessário separar os diferentes tipos de material reciclável. As garis recolherão o "lixo molhado" e o "seco" em dias alternados. O lixo molhado inclui os materiais orgânicos e os papéis de banheiro e cozinha, já o seco é todo material reciclável: papel, plástico, metal, vidro, isopor e outros.
Na central de Irajá, 200 catadores de cooperativas trabalharão sem precisar de atravessadores para vender o que selecionarem, e outros 300 devem ser empregados pela unidade Central do Brasil. O lançamento oficial do projeto deve ocorrer ainda neste mês.
De acordo com Otero, a coleta seletiva é realizada atualmente em 44 bairros da cidade, mas sem atingi-los em sua totalidade. O coordenador da Comlurb assegura que, ainda neste ano, esses locais terão a coleta seletiva em todas as ruas e casas.
Edição: Graça Adjuto 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O lixo que é luxo na decoração corporativa


É possivel ser chique, sendo ecologicamente correto. Um escritório no Japão usou garrafas para criar paredes recicladas.

A idéia é aliar sustentabilidade, economizando energia elétrica . Ídeia criativa tranformando lixo e uma excelente opção para decoração e divisórias.

Este foi o pensamento dos donos da Danone Waters, no Japão, implementado pelo 
Klein Dytham arquitetura.

As paredes do escritório da empresa são feitas de garrafa PET empilhadas da própria marca, proporcionando uma boa qualidade na iluminação do ambiente e baixíssimo custo na mão-de-obra.


Que tal começar a reinventar seu espaço de trabalho. É mais barato e o planeta agradece.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Economia Verde

Economia Verde: desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação do meio ambiente.


Definição
Economia verde é um conjunto de processos produtivos (industriais, comerciais, agrícolas e de serviços) que ao ser aplicado em um determinado local (país, cidade, empresa, comunidade, etc.), possa gerar nele um desenvolvimento sustentável nos aspectos ambiental e social. 
Objetivo
O principal objetivo da Economia Verde é possibilitar o desenvolvimento econômico compatibilizando-o com igualdade social, erradicação da pobreza e melhoria do bem-estar dos seres humanos, reduzindo os impactos ambientais negativos e a escassez ecológica. 
Importância e benefícios
          De acordo com especialistas que atuam nas áreas de Economia e Meio Ambiente, a aplicação da           Economia Verde em países desenvolvidos e em desenvolvimento aumentaria a geração de empregos e o progresso econômico. Ao mesmo tempo, combateria as causas do aquecimento global (emissões de CO2), do consumo irracional de água potável e dos fatores que geram a deterioração dos ecossistemas.

Principais características da Economia Verde:
- Pouco uso de combustíveis fósseis (gasolina, carvão, diesel, etc.) e aumento do uso de fontes limpas e renováveis de energia;
- Eficiência na utilização de recursos naturais;
- Práticas e processos que visam à inclusão social e erradicação da pobreza;
- Investimento e valorização da agricultura verde;
- Tratamento adequado do lixo com sistemas eficientes de reciclagem;
- Qualidade e eficiência nos sistemas de mobilidade urbana.


sexta-feira, 1 de março de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Carnaval Ecológico!


O Carnaval já chegou em várias cidades brasileiras! Hora de descontrair e brincar, mas sem descuidar do Planeta.  O feriado, as viagens e as festas acabam representando um gasto maior de combustível, de eletricidade, de fantasias e, é claro, de bebidas. Na quarta-feira de cinzas, tudo isso deixa muito mais que saudades; deixa um monte de resíduos e uma conta ambiental alta.
Para minimizar estes riscos, muitas iniciativas estão acontecendo pelo país. Por exemplo, a Central do Carnaval, na Bahia, criou um logo (acima) e lançou campanhas para engajar as pessoas em atitudes simples, mas imprescindíveis, como jogar o lixo no lixo e o uso racionalizado de papel, eletricidade e água.
O Instituto Akatu elaborou 10 dicas para você curtir o carnaval sem peso na consciência:
1. Produza menos lixo

Evite embalagens desnecessárias e o uso de descartáveis. Para você ter uma ideia de como o Carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos.

2. Jogue o lixo no lixo 
No Carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.


3. Reutilize as fantasias

As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las?

4. Evite excessos 
O consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no Carnaval. Não passe da conta, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a de todos.


5. Seja um turista consciente

Se você for viajar no Carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem. Regule bem o carro, calibre os pneus, respeite os costumes dos lugares visitados e prestigie a cultura e a economia locais.


6. Gaste menos combustível

Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o coletivo. Aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.

7. Tire os equipamentos da tomada

Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, micro-ondas e carregador de bateria. O modo “stand-by”, que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.

8. Economize água

O Carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, redobre os cuidados. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos e desligue o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou aplicando cremes nos cabelos.

9. Aproveite a cidade vazia

Se sua cidade não for destino de foliões e se você não for viajar, aproveite a tranquilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, ou maior convívio com a família.
10. Divulgue o consumo consciente
Durante o Carnaval, se você presenciar casos de desrespeito a estas dicas do Akatu, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue com simpatia e calma os princípios do consumo consciente. Contribua para que o Carnaval seja, cada vez mais, uma época de alegria, paz e harmonia com o planeta!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Bloco 'Vagalume, o verde' faz o Carnaval sustentável

Por: Fernanda Portugal

 Abram alas para um Carnaval sustentável! O bloco ‘Vagalume, O Verde’ pede passagem, com fantasias e alegorias elaboradas com material reciclável, coleta seletiva de lixo durante o desfile e até o plantio de mudas nativas da Mata Atlântica após a festa. Parte do Projeto Carnaval + Rio, apoiado pela Ambev e Sandálias Ipanema, o bloco desfila na terça-feira de Carnaval, dia 12 do mês que vem, na Rua Jardim Botânico.
“O cocar indígena que estamos produzindo para os cem integrantes da bateria, por exemplo, é elaborado a partir de embalagens tetrapak e sobras de tecido”, explica Rodrigo Rezende, presidente da Liga dos Amigos do Zé Pereira, criada este ano dentro do Projeto Carnaval + Rio. O vagalume símbolo do bloco também é construído com materiais recicláveis, mas os detalhes são “surpresa”, brinca Rodrigo.


ATÉ CIGARROS VÃO SER RECICLADOS
A coleta de lixo durante o desfile será realizada através da parceria com a Cooperativa de Catadores - CCOPRJ. Uma outra parceria, com a empresa Bituca Verde, promoverá uma ação distribuindo ‘porta-bitucas’ para o folião fumante descartar as ‘guimbas’ de cigarros. Desta forma, será dada destinação adequada ao resíduo, transformando-o num produto reciclável.
‘Vagalume, O Verde’ terá, ainda, espaço adequado para foliões idosos, crianças e com necessidades especiais. Além dos banheiros químicos já existentes, haverá três para pessoas com dificuldades.
O enredo de 2013 será “O jardineiro fiel”, com repertório em homenagem a grandes sambistas, como João Nogueira, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Nei Lopes, Candeia, Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra entre outros.
E após o Carnaval, para neutralizar as emissões de carbono no ambiente, voluntários e moradores locais ajudarão no plantio de mudas doadas pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio. A ação será realizada em áreas previamente autorizadas, sob orientação de profissional. Informações a partir de março: vov@vum.org.br.

 Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/vidaemeioambiente/bloco-vagalume-o-verde-faz-o-carnaval-sustent%C3%A1vel-1.543895

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lixo Extraordinário - A busca pela dignidade e pela cidadania!

Lixo Extraordinário é um documentário, lançado em 2009, produzido pelos diretores brasileiros João Jardim e Karen Harley e pela diretora britânica Lucy Walker, com participação na produção-executiva do diretor Fernando Meirelles e na trilha sonora do produtor de música eletrônica Moby.[1]
O documentário relata o trabalho do artista plástico brasileiro Vik Muniz com catadores de material reciclável em um dos maiores aterros controlados do mundo, localizado no Jardim Gramacho, bairro periférico de Duque de Caxias.



Fuente: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lixo_Extraordin%C3%A1rio

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Iniciativas de Responsabilidade Socioambiental

Reciclagem

Reciclagem


Referências em programas de sustentabilidade, as Estações de Reciclagem do Grupo Pão de Açúcar estão presentes em três bandeiras do Grupo (Pão de Açúcar e Extra), gerando benefícios ambientais, sociais e de relacionamento não só com clientes mas também com fornecedores.

Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever


O Pão de Açúcar foi a primeira rede de varejo a disponibilizar pontos de entrega voluntária de materiais recicláveis (papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado) nas suas lojas.

Numa parceira firmada em 2001 com a Unilever, foram criadas as Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, que viraram referência no setor e hoje é o maior e mais antigo programa de reciclagem do varejo no País. Seu grande sucesso pode ser traduzido em números. Desde sua criação, as 110 estações espalhadas por todo o Brasil, presentes em 31 municípios dos Estados de São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Goiás e Distrito Federal, já arrecadaram 32 mil toneladas de recicláveis. Só em 2009, foram coletadas 7 mil toneladas de materiais.

Além de reduzir o impacto no meio ambiente, uma vez que a ação dá a destinação correta a tudo o que é coletado, o programa beneficia também 33 cooperativas de coleta e reciclagem, gerando renda à cerca de 550 trabalhadores.

Clique aqui e saiba onde encontrar uma Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever perto de você!

Estações de Reciclagem Extra H2OH!

O Extra e a H2OH! se uniram para expandir o programa das Estações de Reciclagem para uma outra bandeira do Grupo Pão de Açúcar. Surgiram então as Estações de Reciclagem Extra H20H!. O programa tem como objetivo diminuir a extração de recursos naturais, gerando menos resíduos na natureza e contribuindo assim com a preservação do meio ambiente. Os postos de coleta foram implementados nas lojas em 2008 e, só no ano passado, somaram um total de 594,1 toneladas de materiais coletados, o que representa um crescimento de 115% em relação ao primeiro ano de investimento.

Hoje, são 78 estações de reciclagem, montadas nas lojas de 26 municípios de 15 Estados brasileiros e no Distrito Federal. O programa envolve ainda 18 cooperativas e 157 trabalhadores, gerando renda para a comunidade, que se beneficia com a venda desses materiais.

Clique aqui e saiba onde encontrar uma Estação de Reciclagem Extra H2OH! perto de você!

CAIXA VERDE

Com o objetivo de diminuir o impacto ambiental dos produtos comercializados pelas lojas, o Caixa Verde é uma programa inédito de reciclagem pré-consumo,  atuando diretamente na hora da compra. O programa oferece a possibilidade ao cliente de descartar suas embalagens de plástico e papel, livre de resíduos de alimentos, em urnas especiais no momento em que passa pelo caixa.

Desenvolvido em parceria com o Centro Universitário Positivo (Unicenp), do Paraná, o programa não é apenas um projeto de preservação ambiental, mas uma ação de inclusão social, uma vez que as embalagens arrecadadas são encaminhadas para uma cooperativa de reciclagem, gerando trabalho e renda a seus cooperados.

A iniciativa, que existe desde 2007, já foi implantada em 38 lojas da bandeira Pão de Açúcar e, em 2009, mais 10 lojas da rede Extra e desde o início já arrecadou mais de 450 mil embalagens.

O que pode ser descartado?


- Embalagens para tubos (creme dental etc.).

- Envoltórios de embalagens promocionais (leve 3 e pague 2).

- Pacotes com mais de uma embalagem (barras de cereal etc.).

- E tudo o que é de papel ou plástico, livre de resíduos de alimentos.

Importante: para fazer uso adequado do produto, antes de descartar uma embalagem leia as informações presentes nela, como prazo de validade e tabela nutricional.
Quais são os benefícios?

- Redução de material (lixo) que iria direto para aterros, que são levados diretamente para a reciclagem.

- As embalagens coletadas são doadas para cooperativas de reciclagem, gerando trabalho e renda.

- Clientes carregam menos volume/peso de compras para casa.

Clique aqui e saiba onde encontrar um Caixa Verde perto de você!

Grupo Pão de Açúcar e Nokia lançam Alô Recicle

Em uma parceria com a Nokia do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar lançou em agosto de 2010 o programa Alô Recicle, que tem por objetivo disponibilizar nas lojas do Extra Hipermercado e nas lojas do Pão de Açúcar uma urna para coletar celulares, bateriais e acessórios e encaminhar tudo para reciclagem. 
Em setembro de 2011 o Programa será expandido para mais 88 lojas do Extra e 81 lojas do Pão de Açúcar.

Clique aqui e confira as lojas Pão de Açúcar com o Alô Recicle

Clique aqui e confira as lojas Extra com o Alô Recicle