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quarta-feira, 1 de julho de 2015

10ª. EXPOSUCATA – Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem

Acontece em São Paulo nos dias 18 a 20 de agosto a 10ª. EXPOSUCATA.
É inquestionável: a EXPOSUCATA é o maior e mais importante evento de NEGÓCIOS
para quem busca lucro no mercado de reciclagem na América Latina.

Um evento sério, independente, promovido por quem mais conhece desse mercado
no Brasil: a Revista Reciclagem Moderna.

Com os eventos simultâneos:

MercoAparavoltado para o mercado de reciclagem de papel;
Reciclaplastvoltado ao mercado de reciclagem de plásticos;
RCD Expovoltado para o mercado de reciclagem de resíduos de construção e demolição; e a
ExpoLixovoltado ao mercado de limpeza pública, resíduos urbanos e industriais;
Mercohydrovoltado ao mercado de água, esgoto, efluentes industriais e urbanos.

O mercado latino-americano de resíduos sólidos encontra, em um só lugar, as maiores
novidades e avanços tecnológicos para quem gera e coleta, transporta e movimenta, tria, processa e dá destino aos mais diversos tipos de resíduos – sejam eles recicláveis ou não.

Venha para o maior ponto de encontro de profissionais, fabricantes de equipamentos e prestadores de serviço na América Latina!

Informação no site; http://www.exposucata.com.br/index.php


sábado, 1 de março de 2014

Iniciativas pelo Brasil incentivam o carnaval sustentável

Reportagem especial do Portal Brasil mostra que é possível se divertir com responsabilidade ambiental

 

Em meio a diversidade do nosso País, o Portal Brasil destaca programações carnavalescas que agregam diversão e responsabilidade ambiental. Em São Paulo ou no Rio de Janeiro, iniciativas mostram que é possível se divertir, tratando de temas importantes e responsáveis, andando de mãos dadas com a natureza. 
Presente em todas as terças-feiras do carnaval do Rio de Janeiro desde 2004, o bloco Vagalume O Verde (VOV) promove a sustentabilidade aos participantes.  De acordo com presidente fundador, Hugo Camarate, o bloco foi criado acreditando-se poder contribuir para sensibilizar os foliões a fim de mitigar os impactos ambientais gerados pelo homem e fomentar a cultura do carnaval.
“Desde o início, tivemos o propósito de trazer à discussão a temática ambiental. Naquele momento, discutia-se a ecologia e éramos tratados como um eco-bloco. Hoje, nestes novos tempos, nos consideramos um bloco sustentável. Entendemos, no entanto, que a sustentabilidade do bloco é algo que jamais será atingida plenamente e que o que nos permite nos chamarmos desta forma - bloco sustentável - é o compromisso de seguir os preceitos da sustentabilidade como diretriz”, afirma.
O Vagalume O Verde busca implementar práticas ecológicas e utilizar materiais amigáveis ao meio ambiente. Como exemplo, realização de coleta seletiva, o porta “bituca” de cigarros (enfocando a destinação correta do resíduo), a inserção de 10% de instrumentos feitos através de materiais reaproveitados/reciclados no realizados no carnaval de 2013, quando 10 mil pessoas prestigiaram o bloco sustentável.
Além disso, buscando minimizar impactos negativos do desfile, o VOV limita o volume dos decibéis do carro de som para não impactar a fauna e a flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que faz parte do itinerário do bloco.
Hugo conta, ainda, que o grupo busca preparar as futuras gerações de foliões. “Estimulamos cursos, participamos de palestras e buscamos auxiliar, com oficinas que tratem do meio ambiente, utilizando o carnaval como eixo condutor das discussões e como ferramenta de aproximação. Na verdade, ansiamos e buscamos contribuir para que as condições sejam ainda melhores do que as atuais - compensamos nosso desfile através do plantio de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.”
Desfile sustentável
No carnaval de São Paulo, a escola de samba Império de Casa Verde também se mostra preocupada com a questão. Tanto é que, neste ano, leva à Avenida o tema “Sustentabilidade, construindo um novo mundo”. Efeito estufa, poluição, desperdício, queimadas e devastação das matas nativas, além de alternativas como a reciclagem do lixo, são alguns dos temas tratados pela escola.
O presidente do Conselho Deliberativo da Império de Casa Verde, Eduardo Moraes, informa que o tema do enredo surgiu “da necessidade de um planeta sustentável com menor degradação do meio ambiente, preservando as reservas naturais”. Para isso, alguns carros do desfile foram confeccionados com materiais recicláveis, como latas de alumínio, papelão, copos descartáveis.
“Um grande exemplo é a fantasia da ala das crianças que foram feitas com copos descartáveis usados. E a agua utilizada no abre alas que é uma água cenográfica, que não molha os componentes, e foi utilizada água de reuso”, diz Eduardo.
Para ele, o samba-enredo da Império de Casa Verde tem um papel importante para a comunidade. “Buscamos a conscientização da comunidade de que o planeta está sufocado e necessita de uma ação global urgente de preservação, garantindo assim um planeta melhor para as futuras gerações.”
Com o trabalho que, neste ano, completa 10 anos, Hugo Camarate acredita que o bloco fundado por ele pode fazer a diferença. “O pioneirismo destas ações, bem como os frutos que podem ser colhidos adiante, podem significar novos rumos para um carnaval mais alegre, com menos desperdício e, com certeza, muito mais sustentável!”, afirma.
Serviço
Bloco Sustentável Vagalume O Verde
Local: Início na Rua Jardim Botânico (esquina com Rua Pacheco Leão) em direção à Praça Santost Dumont - Baixo Gávea, Rio de Janeiro
Concentração: 08:00h
Desfile: 10h às 14h
Data: 04/03/2014
Fonte:
Portal Brasil

sábado, 12 de outubro de 2013

VI Desenrolando a Serpentina discute o Carnaval de Rua Carioca

(Por Paulo Eduardo Neves)

Neste sábado, 12, das 14h às 18h, acontece no Espaço Tom Jobim do Jardim Botânico, a sexta edição do evento "Desenrolando a Serpentina" que terá como temas: a profissionalização do Carnaval de Rua Carioca, a economia criativa e a ocupação de novos territórios pelos blocos. O evento terá intensa programação cultural, que detalharei em outra notícia.

O evento é organizado pela Sebastiana, a Associação Independente de Blocos de Carnaval de Rua, que tanto tem contribuído pelo crescimento da folia carioca, sempre preocupados em manter seu espírito democrático.
Em uma série de painéis, representantes dos blocos,do poder público, de empresas e da sociedade civil discutem os temas mais atuais relacionados à grande festa popular, os impactos na cidade e os desdobramentos ao longo do ano. Serão conduzidos por Beatriz Jaguaribe, Jailson Souza e Silva,Eliane Costa, Cláudia Leitão, Flávia Oliveira, Antonio Pedro Figueira de Melloe Sérgio Sá Leitão. 

A participação é gratuita e aberta ao público, que pode se inscrever para as mesas de debates pelo emaildesenrolando2013@sebastiana.org.br. No mesmo dia, será lançada a "Carnavália –I Feira de Negócios e Empreendedorismo do Carnaval", a ser realizada pela primeira vez em 2014.

PAINÉIS DE DEBATES

14h às 16h - "Cidade de prazeres e convívios: ocupando a rua" 
Bate-papo sobre o Carnaval de rua,sua relação com a cidade e as redes de encontros que se dão por meio dos blocos,nos diferentes territórios. A ocupação política da rua: relações entre o Carnaval, as Diretas já e as manifestações de 2013.
- Beatriz Jaguaribe – professora da Escola de Comunicação da ECO/UFRJ.
- Eliane Costa – diretora do Bloco Escravos da Mauá e coordenadora do MBA em Gestão Cultural da FGV.
- Jailson de Souza e Silva –professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e fundador e diretor do Observatório de Favelas.
- Jorge Sápia – vice-presidente da Sebastiana.

16h às 18h - A profissionalização e o marketing no Carnaval de rua: Quem faz? Quem ganha?
Debate sobre a economia criativa do Carnaval de rua e sobre as novas formas de patrocínio e de marketing que vêm surgindo nos blocos do Rio. O crescimento do Carnaval de rua e as formas de contenção – elas devem existir?

- Antonio Pedro Figueira de Mello – secretário municipal de Turismo do Rio de Janeiro.
- Cláudia Leitão – professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará, pesquisadora do CNPq, ex-secretária de Cultura do Ceará, ex-secretária da Economia Criativa do MinC.
- Flávia Oliveira – jornalista, titular da coluna Negócios&Cia do Jornal O Globo.
- Sérgio Sá Leitão – secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
- Rita Fernandes – presidente da Sebastiana.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Cartão-postal ou imagem ruim na Copa das Confederações?


Teremos estádios lotados na Copa das Confederações, considerando a grande venda de ingressos, muito superior à verificada na última edição dessa competição, realizada na África do Sul, em 2009. No final de maio, já haviam se esgotado, por exemplo, as entradas para a partida final, a ser disputada no novo Maracanã, no Rio de Janeiro. E isso sem sequer existir a certeza dos torcedores de que a Seleção Brasileira será finalista. 
Será muito importante para o Brasil o sucesso de público do torneio, mas também em todos os outros indicadores, como limpeza pública, segurança, infraestrutura, transportes, hospedagem e mobilidade dos torcedores e turistas. Afinal, estaremos testando na presente competição a nossa capacidade de promover com eficácia a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, e outros grandes eventos, como a Expo Mundial 2020, cuja realização é pleiteada pela cidade de São Paulo. 
Arenas esportivas com capacidade esgotada também significam movimento positivo para hotéis, restaurantes, companhias aéreas, empresas de turismo, táxis, prestadores de serviços e comércio. Afinal, são numerosos os visitantes de outros países e também brasileiros, que viajarão às cidades sedes para assistir aos jogos. 
A pergunta fundamental é a seguinte: o que oferecemos a essas pessoas? Cartões-postais para que continuem atraídas pelo turismo nacional, ou uma imagem ruim, de modo que os estrangeiros jamais voltem e os brasileiros prefiram viajar ao exterior ao invés de conhecerem melhor o seu próprio país? São muitas as vertentes de respostas a essas perguntas, a começar pelo combate à violência, que nos rendeu desabonadora visibilidade na imprensa internacional e nota de alerta da União Europeia, devido ao inaceitável estupro de uma turista estrangeira numa van do transporte público carioca. 
Mobilidade, incluindo aviões, trens, metrô, ônibus e trânsito fluente, segurança pública e salubridade ambiental são alguns dos itens essenciais para encantarmos os visitantes. No entanto, nesses quesitos estamos exatamente como a Seleção Brasileira, ou seja, perdendo, e, quando muito, empatando... 
O mais grave é que temos desperdiçado chances de gol daquelas que não podem ser perdidas. Refiro-me, especificamente, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Seu cumprimento seria um grande avanço no sentido de melhorar o meio ambiente e a aparência do meio urbano, a começar com a execução da medida que prevê a erradicação dos lixões em 2014. 
Pois bem, com lei aprovada e metas definidas, estamos prestes a dar um grande chute pra fora, na cara da Copa das Confederações e às vésperas da Copa do Mundo: segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ainda há no Brasil 2.906 lixões, em 2.810 cidades, ou seja, mais da metade de nossos municípios, e apenas cerca de 20% deles realizam a coleta seletiva. Se formos cumprir a lei que instituiu a PNRS, o prazo fixado para sua eliminação é agosto do próximo ano. 
Temos lei, conhecimento e tecnologia, inclusive desenvolvida pelas empresas que atuam no setor de resíduos sólidos. É preciso que a lei seja cumprida. Alega-se, de um lado, que são necessários recursos vultosos — aproximadamente R$ 70 bilhões — para a erradicação dos lixões. Ora, não temos quebrado sucessivos recordes anuais de arrecadação tributária? Ademais, a boa gestão desses projetos possibilitaria o desembolso programado, ao longo de alguns anos e não o pagamento à vista. 
A sociedade precisa cobrar o cumprimento das leis e dos prazos estabelecidos por elas. Se são necessárias parcerias público-privadas para trens, metrôs, aeroportos e obras de infraestrutura, também o são para a erradicação dos lixões, que contam com o setor privado mas dependem do setor público, representado pela vontade política da União, estados e municípios e uma boa gestão de projetos. Temos oportunidade histórica de quebrar o paradigma de desrespeito ao marco legal e, ao mesmo tempo, avançar de modo significativo na qualidade ambiental do meio urbano. Não podemos perder esse gol! 
 *Ariovaldo Caodaglio, cientista social, biólogo, estatístico e pós-graduado em meio ambiente, é presidente do Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Papel para reciclar

Uma tonelada de papel reciclado economiza 10mil litros de água e evita o corte de 17 árvores adultas.
Para produzir 1 tonelada de papel é preciso 100 mil litros de água e 5 mil KW de energia. Para produzir a mesma quantidade de papel reciclado, são usados apenas 2 mil litros de água e 50% da energia.

Papel reciclado artesanalmente: